As maritacas chegam à reserva por caminhos diferentes — pelo CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres), por apreensão e por acidente —, mas todas têm a mesma condição: nenhuma voa, todas têm alguma deficiência nas asas. É por isso que ficam — uma ave que não voa não sobrevive solta na natureza. Chegaram em grupo e são mostradas em grupo: sem nome individual, porque foi assim que a reserva as recebeu.