Duas suindaras residentes empoleiradas juntas em uma árvore do recinto

Vire padrinho ou madrinha de quem não pode voltar à natureza

O apadrinhamento é o jeito mais direto de sustentar a reserva mês a mês. Toda contribuição vira comida, manejo e cuidado veterinário para os 23 residentes.

O custo, em duas colunas

O que já é real — e o que ainda está sendo dimensionado

A diferença entre as duas colunas não é uma inconsistência a esconder — é o argumento de captação.

Verificado

Hoje

A base fechou em 29/07/2026: entram R$ 4.728 por mês, de forma recorrente. Saem R$ 8.000 — R$ 7.500 declarados mais R$ 500 de amortização de uma dívida antiga. O fundador não tira salário e não há tratador contratado: ele acumula sozinho as funções de gestor, captador, comunicador e cuidador.

Meta

O que falta para uma operação estruturada

Uma operação com tratador contratado, cobertura de sete dias por semana e remuneração para o fundador custaria cerca de R$ 26.000 por mês — é a meta da próxima fase de captação, não um orçamento fechado: parte das linhas ainda depende de cotação real.

É meta de captação, não orçamento fechado — parte das linhas ainda aguarda cotação real.

Apadrinhar não tem valor fixo por enquanto — qualquer contribuição ajuda, e informar o nome do animal escolhido garante que o cuidado chegue a ele.

Como funciona

Ainda não existe um checkout automatizado por animal — o apadrinhamento acontece por Pix, PayPal ou doação recorrente, informando o nome do animal escolhido (se quiser um específico) no contato ou no comentário da transferência. A equipe é pequena, então a confirmação é manual, mas real.

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