33 animais que não podem mais voltar à natureza.
Vítimas de tráfico, caça, atropelamento e maus-tratos. Hoje vivem numa reserva de Mata Atlântica protegida por lei em caráter perpétuo — e a operação depende inteiramente de doações.
Em números
Entram R$ 4.728 por mês de forma recorrente. Saem R$ 8.000 — e isso sem veterinário, sem medicamento e sem salário para quem cuida de tudo.
O fundador
Da hotelaria de luxo à vida simples junto da floresta e dos bichos
Wdson Brum percorreu o mundo com uma carreira internacional no grupo Four Seasons Hotels and Resorts, residindo em países como Rússia, França, Espanha, México e Estados Unidos, além de desenvolver projetos em inúmeros países pelo mundo. Em 2018 decidiu trocar a hospitalidade pela vida simples junto à natureza: deixou a rotina agitada para trás para se dedicar à conservação da Mata Atlântica e da fauna silvestre.
Hoje ele cuida sozinho dos 33 animais silvestres residentes da reserva — a maioria vítima direta de violência humana: caça, atropelamento, choque elétrico, queimadura, cativeiro ilegal, entre outros. Nenhum pode ser solto de volta à natureza. A reserva é o último endereço possível para eles.
Quando perguntamos se ele toparia ser o rosto da comunicação da reserva, a resposta foi direta:
“Sim. Totalmente. O projeto é muito arraigado à minha história pessoal.”— Wdson Ferreira Brum, fundador
Credibilidade
Protegida por lei, para sempre
A Reserva do Tico-tico é uma RPPN gravada em caráter de perpetuidade na matrícula do imóvel — a proteção acompanha a terra, não o proprietário. O mantenedouro é autorizado pelo IBAMA e pelo IEF-MG. Toda a documentação está na página de Transparência.
Para empresas
Três níveis de patrocínio, com contrapartidas reais
De um logo no rodapé a uma visita técnica anual com o fundador — conheça os níveis de patrocínio empresarial.
Entram R$ 4.728 por mês. Saem R$ 8.000. O fundador não tira salário.