Ele trocou cinco países e uma carreira no Four Seasons por uma reserva que devolve à natureza quem pode voltar — e guarda para sempre quem não pode.
Wdson Ferreira Brum deixou a hotelaria de luxo internacional em 2018 para cuidar sozinho de vítimas de tráfico, tiro, cerol e maus-tratos, numa reserva protegida por lei em caráter perpétuo. Ele não tira salário — e a operação depende inteiramente de doação.
O fundador
Da hotelaria de luxo para o último endereço de quem não pode voltar
Wdson Ferreira Brum construiu uma carreira internacional no grupo Four Seasons, passando por cinco países, antes de deixar tudo em 2018 para se dedicar à conservação de fauna silvestre.
Hoje ele cuida sozinho dos 23 animais residentes da reserva — a maioria vítima direta de violência humana: tiro, cerol, choque elétrico, queimadura, cativeiro ilegal. Nenhum pode ser solto de volta à natureza. A reserva é o último endereço possível para eles.
Quando perguntamos se ele toparia ser o rosto da comunicação da reserva, a resposta foi direta:
“Sim. Totalmente. O projeto é muito arraigado à minha história pessoal.”— Wdson Ferreira Brum, fundador
Em números
Entram R$ 4.728 por mês de forma recorrente. Saem R$ 8.000 — e isso sem veterinário, sem medicamento e sem salário para quem cuida de tudo.
Os residentes
23 nomes, 23 histórias de resgate
Credibilidade
Protegida por lei, para sempre
A Reserva do Tico-tico é uma RPPN gravada em caráter de perpetuidade na matrícula do imóvel — a proteção acompanha a terra, não o proprietário. O mantenedouro é autorizado pelo IBAMA e pelo IEF-MG. Toda a documentação está na página de Transparência.
Para empresas
Três níveis de patrocínio, com contrapartidas reais
De um logo no rodapé a uma visita técnica anual com o fundador — conheça os níveis de patrocínio empresarial.
Entram R$ 4.728 por mês. Saem R$ 8.000. O fundador não tira salário.